Leilão de chamadas

 

A Apple já petentiou o sistema de leilão de chamadas para os operadores.

Impressionante, só existe uma forma, é andar sempre á frente. A ideia é simples e já é utilizada pelo google na publicidade á muito tempo…. na altura de fazer uma chamada, conecto-me aos vários operadores disponíveis e quem fizer mais barato é que leva com a chamada.

golden mean

Em filosofia ( Aristóteles ), o Golden Mean é o ponto certo entre dois extremos. É muitas vezes utilizado como sinónimo de Golden Ratio ( proporção divina ).

A Proporção áurea ou Número de Ouro ou número áureo é uma constante transcendente assim chamada por ser um número da categoria transcendente. Número tal, que há muito tempo é empregada na arte. Também é chamada de: razão áurea, razão de ouro, divina proporção, proporção em extrema razão, divisão de extrema razão.

imagem golden ratio

Muito freqüente é a sua utilização em pinturas renascentistas. Este número está envolvido com a natureza do crescimento. Phi (não confundir com o número Pi, qüociente da divisão do comprimento de uma circunferência pela medida do seu respectivo diâmetro), como é chamado o número de ouro, pode ser encontrado na proporção em conchas (o nautilus, em exemplo), seres humanos (o tamanho das falanges, ossos dos dedos, por exemplo) e em inúmeros outros exemplos que envolvem a ordem do crescimento.

Justamente por estar envolvida no crescimento, este número se torna tão freqüente. E justamente por haver esta freqüência, o número de ouro ganhou um status de “quase mágico”, sendo alvo de pesquisadores, artistas e escritores. Apesar deste status, o número de ouro é apenas o que é devido a natureza em que está: está envolvido em crescimentos biológicos, por exemplo.

Como é um número extraído da seqüência de Fibonacci, representa diretamente uma constante de crescimento.

O número áureo é retirado da proporção desta sucessão numérica e, como outras constantes, pode ser aplicada. E o foi em obras como O Nascimento de Vênus, quadro de Botticelli, em que Afrodite está na proporção áurea. Esta proporção estaria ali aplicada pelo motivo do autor representar a perfeição da beleza.

Na história da arte renascentista a perfeição da beleza em quadros foi bastante explorada em base desta constante.

Mas este número, assim como outros, como por exemplo o PI, estão presentes no mundo por uma razão matemática existente na natureza.

golden spiral rectangles

Phi, tem este nome em homenagem ao arquiteto grego Phidias, construtor do Partenon e que utilizou o número de ouro em muitas de suas obras. Algumas correntes místicas acreditam que objetos cujas dimensões sejam relacionadas a Phi, harmonizam-se com a glândula pineal, o que provocaria ou estimularia uma sensação de beleza e harmonia no ser humano. O homem sempre tentou alcançar a perfeição seja nas pinturas, nos projetos arquitetonicos ou até nas músicas.A partir daí os gregos criaram o retângulo dourado.Trata-se do retângulo no qual a proporção entre o comprimento e a largura é aproximadamente o número Phi, ou seja, 1,618. Assim eles fizeram o Pathernon e muitos outros edifícios.

Os Egípcios fizeram o mesmo com as pirâmides. Por exemplo, cada bloco da pirâmide era 1,618 vezes maior que o bloco do nivel a cima. As câmaras no interior das pirâmides também seguiam essa proporção, de forma que os comprimentos das salas são 1,618 vezes maior que as larguras.

Atualmente essa proporção ainda é muito usada. Ao padronizar internacionalmente algumas medidas usadas em nosso dia a dia, os projetistas procuraram “respeitar” a proporção divina. Por exemplo, meça o comprimento de seu cartão de crédito e divida pela sua largura. Você irá encontrar um número próximo de 1,618. É claro que existirão erros devido às milimétricas variações entre os diferentes fabricantes e a imprecisão da medida de um régua convencional.

medias da mão

Decidi colocar aqui este artigo que encontrei muito interessante no wiki e que é um ponto de partida para olhar a fotografia como um prolongamento da arte mais tradicional

Regra dos três terços

regra dos 3 terços

A regra dos terços sustenta que que uma imagem deve ser dividida em 9 partes iguais.

É considerada uma simplificação da Golden Mean, mas muito útil.

Os 4 pontos formados por estas intersecções podem ser utilizados para alinhar a foto com os elementos.

Os defensores desta técnica defendem que alinhando a fotografia com estes pontos cria mais tensão, energia e interesse na foto em deterimento de simplesmente centrar o objecto.

Utilizar melhor o Google

O google, apesar do seu design minimalista, é bem mais poderoso do que á primeira vista possa parecer…..
Deixo aqui uma pequena lista de algumas tarefas possíveis de executar na caixa de pesquisa.

Estas são algumas das formas de pesquisa muito úteis para quem navega. Só coloquei algumas porque existe uma parte que apenas está disponível para o mercado americano, mas mais tarde ou mais cedo chegará cá.

Exemplos básicos

viagens férias – páginas que contenham as palavras viagens e férias
viagens OR férias – procura páginas que contenham uma das duas palavras
“férias de páscoa” – procura exactamente a frase “férias de páscoa”

Exemplos de cálculos

12 + 34 – 56 * 7 / 8 – executa aritmética simples

45% of 39 – 45% de 39 = 17.55

300 Euros in USD – Converte Euros de Dollars

3 miles in km – Conversão de milhas em kilometros

Informação especializada

define:nuclear fusion – Permite obter definições.

stocks:msft – Devolve cotações de empresas a partir da sua sigla bolsista.

A fotografia segundo o que penso

A minha busca interminável sobre o que é uma boa fotografia, ou como me tornar um melhor fotógrafo, levou-me a estudar sobre o assunto e a partilhar algumas coisas que de seguida vou descrever.

Sem dúvida que ter “olho” é muito importante, e se calhar o factor mais importante, mas como eu tenho falta desta caracteristica, tentei abordar a questão por outro lado indo á procura de técnicas que me ajudassem.

Estas técnicas não são mais que conceitos de beleza e que “tento” aplicar.

* Regra dos Três Terços
* Golden Mean – ( Meio Dourado )
* Profundidade de Campo ( DOF )

É minha intenção conforme já estudando novas técnicas, que as coloque aqui, vamos ver….

Usabilidade

Fala-se muito hoje sobre usabilidade e acessibilidade. Vejo frequentemente as pessoas a confundir as duas e a não saberem quando utilizar qual.

Usabilidade é um termo que denota a facilidade em utilizar qualquer coisa. Tem-se vindo a intensificar a utilização deste termo na internet, mas desde sempre se estudou formas de tornar as coisas mais usáveis.

Lembro-me um dia em que estava eu a desenvolver um software de contabilidade para um cliente quando para uma determinada operação ele me chama a atenção que não dava jeito nenhum carregar numa determinada tecla que ficava do lado oposto do teclado uma vez que um contabilista trabalha muito com o teclado numérico.

Desde essa altura, consciencializei-me que o software que eu desenvolvia estava ao serviço dos que o utilizavam, portanto deveria ser fácil de utilizar.

Bases de dados

É muito frequente encontrar programadores que olham para as bases de dados como repositórios de informação de acesso supostamente rápido.

E a coisa lá vai funcionando….bom, também com um catalogozito com 500 produtos, até um ficheiro .txt aguentava com tamanho processamento de dados.

Mas na verdade, quando se fazem meia dúzia de perguntas, fica-se logo a perceber se um programador sabe realmente o que é uma base de dados e se tira ou não partido das suas capacidades.

Costumo fazer o seguinte exercício para obter a melhor abordagem num determinado caso
Dimensionar a utilização da informação

É muito importante analisar de que forma um sistema vai disponibilizar a informação.

Por exemplo, num site, é bem mais comum podermos ter centenas de pedidos simultâneos de consultas e poucas actualizações, visto que um site é administrado por um conjunto restrito de utilizadores e consultado por dezenas ou centenas.

Por esta lógica, é prioritário acelerar as consultas em deterimento das instruções nobres de actualização de informação

Costumo perguntar para que serve um índice numa tabela. A resposta normalmente vai no sentido de melhorar as consultas de informação. Logo de seguida questiono porque razão então não colocamos toda a informação índexável, porque se o objectivo é melhorar, então coloca-se tudo como índice!!! Normalmente o bom senso não o permite e ainda bem, mas também a resposta não é evidente.

Por isso costumo levantar este problema. Porque como em tudo o bom senso deve prevalecer e neste caso também, é importante indexar as formas de aceder aos dados mas, levando sempre em conta a utilização que vai ser dada e questionando sempre o impacto que estes índices terão nas instruções de actualização.
Levar sempre em conta a prioridade dos dados

As instruções de INSERT, UPDATE e DELETE, são muito pesadas por natureza, porque além de mexerem com o repositório de informação também obrigam a recontrução de índices, o que pode tornar-se pesado. Como a maior parte das bases de dados utilizam sistemas de QUEUE para irem “servindo” os pedidos, estas operações podem em determinadas situações ser consideradas de baixa prioridade, dando assim espaço a serem processadas em tempos mortos.
Pensar nos queries como se fosse uma folha de excel

O exercício é simples, basta pensar que temos que visualmente procurar informação e que dispomos de uma folha de cálculo. se existir ordenação posso sempre começar por ordenar pela coluna que mais facilmente me permite obter o menor número de resultados e depois se não tiver mais critérios, então visualmente vou correr linha a linha de forma a verificar quais as linhas que satisfazem o meu critério.

Portanto, como muitos motores de bases de dados utilizam os critérios WHERE pela prioridade descritiva, convém colocar estes critérios numa ordem pensada.

Caso prático:
- obter todos os clientes com nome=”paulo” e com sexo=”M”
tabela :

id (numeric)
nome (string)
sexo (char)

Na minha análise, não existindo uma chave composta, o critério utilizado pelo motor de bases de dados é a ordem dos filtros, então irá existir uma diferença considerável entre:

select * clientes where nome=”paulo” and sexo=”M”
select * clientes where sexo=”M” and nome=”paulo”

(1) a utilização de “select *” não sendo uma boa prática dava jeito por questões de design
Voltando ao caso…..penso que existirão menos clientes com nome=”paulo” que sexo=”M”. Em circunstâncias normais, o campo sexo devolveria metade dos registos e posteriormente teria que fazer uma verificação linha a linha. No caso do nome, devolveria uma parte garantidamente menor, reduzindo assim o segundo passo.

Alguns motores de bases de dados já o fazem automaticamente, mas um bom princípio não deixa de ser um bom princípio. Quanto mais percebermos ou tentarmos perceber como funciona uma base de dados, mas fácil e intuitivo é tirar proveito de um sistema.